Setembro coloca a saúde cardiovascular em evidência e reforça a importância da prevenção, do acompanhamento médico e dos hábitos que contribuem para uma vida mais saudável.
Há outro aspecto que também precisa fazer parte dessa conversa: a capacidade de responder diante de uma emergência cardiovascular.
Segundo a World Health Organization, as doenças cardiovasculares são a principal causa de mortes por ano no mundo. No Brasil, aproximadamente 300 mil pessoas morrem por ano em decorrência dessas doenças.
Diante desses números, ampliar o conhecimento da população e preparar os ambientes que fazem parte da nossa rotina também contribui para uma cultura de cuidado.
Uma emergência pode acontecer em diferentes lugares
Empresas, academias, escolas, universidades, condomínios, hotéis, clubes, shoppings e espaços para eventos recebem diariamente centenas ou milhares de pessoas.
Uma emergência cardiovascular pode acontecer em qualquer um desses lugares e, quando isso ocorre, o tempo necessário para reconhecer a situação e iniciar a resposta merece atenção.
Em uma parada cardíaca, a probabilidade de sobrevivência pode diminuir aproximadamente de 7% a 10% a cada minuto sem desfibrilação.
Por isso, o preparo começa antes da emergência.

O que significa cardioproteção?
Cardioproteção é o conjunto de medidas adotadas para ampliar a capacidade de resposta diante de uma emergência cardiovascular. Um ambiente preparado considera diferentes elementos que precisam funcionar em conjunto.
DEA acessível: o equipamento deve estar disponível em um ponto que permita acesso rápido.
Sinalização: colaboradores, frequentadores e visitantes precisam conseguir identificar sua localização.
Treinamento: pessoas capacitadas têm melhores condições de reconhecer uma emergência e iniciar os primeiros cuidados.
Protocolo de resposta: responsabilidades e procedimentos definidos previamente ajudam a organizar a atuação quando o tempo é importante.
Qual é o papel do DEA?
DEA significa Desfibrilador Externo Automático.
O equipamento é desenvolvido para auxiliar no atendimento de uma pessoa em parada cardíaca. Ele analisa o ritmo cardíaco, identifica quando existe indicação de choque e orienta o usuário durante as etapas de operação.
O atendimento especializado deve ser acionado imediatamente e a RCP deve ser iniciada conforme o treinamento recebido e as orientações do serviço de emergência.
Quando um DEA está disponível, sua localização e utilização precisam fazer parte desse fluxo de resposta.
Leia também: Onde é obrigatório ter desfibrilador? Entenda o avanço das leis sobre DEA no Brasil

Seu ambiente está preparado?
Uma primeira avaliação pode começar com perguntas práticas.
As pessoas sabem onde está o DEA? O equipamento permanece acessível durante todo o horário de funcionamento? Existe sinalização? Há pessoas capacitadas? O local possui um protocolo definido para emergências?
Responder a essas perguntas ajuda a identificar pontos que já estão estruturados e oportunidades de melhoria.
Durante o Setembro Vermelho, a Instramed quer ampliar esse conhecimento e ajudar pessoas e organizações a compreenderem seu papel na construção de ambientes mais preparados.
Baixe o Guia de Cardioproteção da Instramed e faça uma primeira avaliação do seu espaço.