O verão é o período em que as academias registram o maior fluxo de alunos. Janeiro marca o início das metas de ano novo, do retorno aos treinos e da busca por mudanças no estilo de vida.
Mas, ao mesmo tempo em que aumenta o movimento, cresce também o risco cardiovascular, especialmente entre pessoas que retomam exercícios após meses de sedentarismo, iniciam treinos intensos ou treinam em ambientes muito quentes.
Por isso, cardioproteção é um tema essencial para academias que desejam garantir segurança, responsabilidade e preparo para lidar com emergências.
E neste artigo, explicamos por que o verão exige atenção especial – e como as academias podem se tornar ambientes mais seguros para todos.

Por que o verão aumenta o risco cardiovascular?
A combinação de temperaturas elevadas + esforço físico + desidratação cria um cenário de maior estresse para o coração.
1. Aumento da frequência cardíaca
O calor eleva naturalmente a frequência cardíaca em repouso.
Durante o exercício, isso faz o coração trabalhar ainda mais.
Fonte: Mayo Clinic – “Heat and exercise: Keeping cool in hot weather” (2024).
2. Risco maior de desidratação
A perda de líquidos pode levar a queda de pressão, tonturas, arritmias e sensação de mal-estar.
Em casos extremos, pode precipitar uma emergência cardíaca.
Fonte: American Heart Association – “Heat and Cardiovascular Health” (2023).
3. Esforço intenso súbito
Muitas pessoas voltam às academias no verão tentando “recuperar o tempo perdido”, iniciando treinos em alta intensidade sem adaptação gradual, um gatilho importante para eventos cardíacos.
Fonte: Journal of the American College of Cardiology (JACC) – “Exercise-Related Sudden Cardiac Arrest” (2022).

E nas academias? Por que o risco é ainda mais relevante?
Academias são ambientes de grande rotatividade, com perfis diversos de praticantes:
✔ Jovens iniciando atividades físicas
✔ Pessoas retomando exercícios após longos períodos
✔ Indivíduos com fatores de risco não diagnosticados (hipertensão, arritmias, colesterol alto)
✔ Pessoas em protocolos intensos (HIIT, spinning, cross, treinos intervalados)
Essa diversidade aumenta a probabilidade de alguém apresentar sinais de exaustão, síncope, arritmias ou até parada cardíaca súbita – uma das emergências mais críticas e tempo-dependentes.
90% das paradas cardíacas acontecem fora do hospital.
E para aumentar as chances de sobrevivência, o atendimento médico precisa ser realizado nos 10 primeiros minutos.
A média de tempo para resposta do SAMU no Brasil é de 22 minutos.
Ou seja, a presença de um DEA pode ser a diferença entre a vida e a morte, já que a chance de sobrevivência cai em 10% a cada minuto sem atendimento.
Fonte: American Heart Association – “Chain of Survival” (2022).
Fonte: https://ideiasus.fiocruz.br/praticas/otimizacao-do-samu-192-medio-reducao-do-tempo-resposta-e-melhoria-na-qualidade-do-atendimento/Por isso, ambientes com grande esforço físico precisam estar preparados para agir rapidamente.
Leia mais: como escolher o desfibrilador ideal para sua empresa, clínica ou academia?

Cardioproteção: o que significa e por que importa tanto?
Cardioproteção é o conjunto de ações, equipamentos e protocolos que reduzem riscos e aumentam a segurança cardiovascular em ambientes com circulação intensa de pessoas.
Uma academia cardioprotetora inclui:
1. Acesso a um DEA (Desfibrilador Externo Automático)
O DEA é o único equipamento capaz de reverter a fibrilação ventricular – arritmia responsável pela maioria das paradas cardíacas súbitas.
Ele orienta cada passo do socorro, pode ser usado por qualquer pessoa treinada e aumenta drasticamente as chances de sobrevivência.
2. Equipe treinada em primeiros socorros
Profissionais que sabem reconhecer sinais precoces podem salvar vidas antes mesmo da emergência acontecer.
3. Protocolos claros de emergência
Um plano simples, objetivo e conhecido por todos faz diferença no tempo de resposta.
4. Consciência entre frequentadores
Quanto mais pessoas sabem identificar sintomas de alerta, maior a chance de intervenção precoce.

Quais são os sinais de alerta durante o treino?
As academias devem orientar seus alunos a procurar ajuda imediatamente ao notar:
- Dor no peito ou pressão desconfortável
- Falta de ar intensa
- Tontura ou desmaio
- Batimentos acelerados ou irregulares
- Sudorese fria
- Confusão menta
- Cansaço repentino fora do normal
Esses sinais podem anteceder emergências graves e não devem ser ignorados.

Como tornar sua academia cardioprotetora neste verão
Veja alguns passos simples com impacto real:
✔ Disponibilize um DEA em local acessível
Equipamentos como os da Instramed oferecem orientações claras e seguras de uso.
✔ Treine a equipe regularmente
Manter colaboradores preparados é essencial.
✔ Crie protocolos visíveis e simples
Mapeie quem faz o quê, para onde ir e qual o fluxo ideal.
✔ Eduque os alunos
Comunicados simples ajudam a construir consciência.
✔ Garanta hidratação e pausas adequadas
Medidas que reduzem riscos e aumentam o bem-estar.

Por que a Instramed fala sobre isso?
Porque nossa missão, há quase 40 anos, é clara:
Otimizar tempo.
Salvar pessoas.
Preservar vidas.
A cardioproteção nas academias não é apenas uma recomendação técnica.
É um compromisso com a vida de cada pessoa que entra, todos os dias, em busca de saúde e bem-estar.
Com tecnologia nacional, suporte próximo e produtos pensados para situações críticas, a Instramed segue ao lado de profissionais e instituições que querem promover ambientes mais seguros.

Conclusão
O verão é um período de treinos mais intensos e maior risco cardiovascular.
Por isso, ter um DEA disponível não é um diferencial; é essencial. Em uma emergência, o equipamento certo pode ser decisivo para salvar uma vida.
Academias e espaços esportivos que investem em cardioproteção assumem um compromisso real com a segurança de alunos, equipes e comunidade. Conheça a linha de Desfibriladores Externos Automáticos da Instramed e entenda como tornar seu ambiente mais seguro.
Ou saiba mais sobre o Projeto Pulsar, iniciativa que promove conscientização, acesso e preparo para emergências cardíacas.